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Teorias da Conspiração

Teorias da Conspiração


1. Astros do Rock, mortos…ou talvez não
“Elvis não morreu”, provavelmente você já deve ter escutado essa frase. Pois bem, ela provém de uma teoria da conspiração que diz que Elvis não morreu, decidiu sumir pois não suportava mais a fama, forjando sua própria morte. Mas se engana se você pensa que ele é o único. Michael Jackson também está na lista daqueles que forjaram suas mortes. Sem falar de Jim Morrison, dos The Doors, que segundo os conspiradores, não morreu e virou um agente secreto, enterrando um sósia no seu lugar. Outro da lista que gosta muito da palavra sósia é Paul McCartney, pois diz a lenda, que o Paulzinho que está vivo e tocando pelo mundo hoje é na verdade um sósia do Paul McCartney original. O engraçado disso tudo é que os Beatles, por algum motivo, inseriram em suas obras, como na capa de Sgt. Peppers e na música “Im so tired” (tocada ao contrário) menções sobre a morte de Paul. Por que fizeram isso? Vai saber…. Jimi Hendrix também é parte da lista dos conspiradores. A TdC diz que Hendrix foi morto pela CIA, afogado em um barril de vinho, pelo fato de ser encontrado muito vinho em seus pulmões durante a autopsia. O motivo foi porque Hendrix havia se tornado uma referencia popular e apoiava causas que, do ponto de vista da CIA, eram demasiadamente subversivas, como o total desprezo pelo poder estatal. Isso irritou gente do alto escalão e antes que a idéia ganhasse força, mataram o pobre. A versão oficial diz que foi
dorgas.



2. Experimento Filadélfia
O ano era 1943. A expansão de tecnologia bélica estava a toda. O objetivo era mudar o rumo da Segunda Guerra Mundial. Em um estaleiro da Marinha, na Filadélfia, um conselho de cientistas estava pronto para colocar em pratica um dos projetos mais audaciosos já concretizados: o Projeto Rainbow ( que futuramente se transformaria no projeto “Monstro” Montauk), tinha como objetivo criar um navio invisível aos olhos humanos. Segundo os conspiracionistas, a marinha Americana conduziu o experimento no dia 28 de outubro de 1943, usando o destroier U.S.S. Eldridge, sob o comando de Dr. Franklin Reno, em uma ousada aplicação militar da Teoria do Campo Unificado. Eram tempos sombrios, onde a ética e a sensatez eram esquecida em prol da rapidez nos resultados que poderiam determinar a vitória na guerra. Por esse motivo, a tecnologia foi utilizada sem haver um conhecimento profundo da mesma. E o que os cientistas descobriram foi que eles meteram o nariz no lugar errado. Envolto a uma nuvem esverdeada, o Eldridge sumiu dos radares e ficou invisível à todos que acompanhavam o experimento. Entretanto, a operação não foi um sucesso. Isso porque, a teoria conta que o Eldridge não ficou invisível de fato. O que os cientistas descobriram de maneira acidental foi como abrir uma fenda no espaço-tempo. De acordo com os poucos sobreviventes da operação, o destroier foi teletransportado para Norfolk, Virginia, 600 quilometros do ponto original , 40 anos no futuro e lá permaneceu navegando pelas águas, em uma tarde ensolarada de 1983, durante 15 minutos e se rematerializou no estaleiro da Filadélfia após esse tempo. Ok! Mas o que há de errado nisso, foi uma grande proeza não? Sim, certamente foi, a não ser, claro, pelo fato que grande parte da tripulação estava fundida com o metal do navio. Os sobreviventes ficaram loucos e dizem que apenas 3 deles conseguiram relatar o que havia ocorrido durante o período de quarentena. Pouco tempo após o incidente foi criado o Projeto Fenix, continuação do PF, que tinha como proposito estudar os porquês dos porquês do Projeto Filadélfia. Logicamente, o governo americano negou tudo e diz não passar da mais pura imaginação popular.



3. Projeto Montauk
Como dito no item anterior, o projeto Montauk era um projeto monstro que segundos relatos é uma derivação do Projeto Rainbow. Quando digo “monstro” é tanto no sentido de “aterrorizante” quanto no sentido de “absurdamente grandioso”. Quem estudou um pouco da História dos E.U.A sabe que eles vivem de hipocrisia. Para o resto do mundo dizem que são defensores da liberdade e todo aquele “blá blá blá” de “nós somos os mocinhos”. No entanto, a história mostra outro aspecto, mostra a real face desse país que sustenta os seus pilares nas guerras que cria. Faltou recurso, eles criam uma guerra! Economia anda fraca, eles criam uma guerra! Os pretextos são sempre os mais ridículos possíveis. A verdade é que eles, no fundo, desejam dominar o mundo… só não tem a arma certa para isso…. ainda! Não, não, o Projeto Montauk não é mais uma tentativa frustrada do “Pink & Cerebro” mas bem que poderia ser. Existem muitas vertentes sobre a História da Origem do Projeto Montauk. Alguns afirmam que ele começou na Segunda Guerra Mundial, um projeto ousado que tinha como único proposito: encontrar tecnologias revolucionárias capazes de terminar definitivamente com qualquer ameaça aos EUA, derivado de um projeto anterior, o projeto Rainbow. Outros, todavia, dizem que começou em 1971, com a intenção de trazer mais poder à um escalão do governo americano. Independente do seu inicio e do seu próposito, esse projeto foi uma das coisas mais malucas que já foram feitas. Teóricos da conspiração relatam através de depoimentos de militares, políticos, cientistas que dizem terem participado dessa chimera cientifica que mais de 7 trilhões de dólares foram gastos em 10 anos de pesquisa. Esse alto custo se deve ao foco dos experimentos: estudo da viagem no tempo, hiperespaço, controle mental, genética avançada para criação de super-humanos, estudo de habilidades paranormais, imortalidade, controle do clima, entre outras completas bizarrices – praticamente um parque de diversões para o Dr. Water Bishop, de Fringe. Inicialmente, quando o projeto não tinha ramificado em diversos outros projetos, o local escolhido para abrigar essas doideras era Air Force Station (ou Camp Hero) em Montauk, Long Island. Sabe-se que o projeto Montauk deixou de ser denominado assim no final dos anos 80 e passou a uma nova etapa o qual iremos falar mais adiante. Preciso dizer que o governo sempre negou tudo? Sobre as provas, as únicas encontradas foram alguns documentos codificados que pouco se sabem sobre o real significado e os depoimentos de supostos envolvidos. E, claro, o dinheiro que foi gasto… que gerou um rombo enorme e que levantou suspeita. Porém, como trata-se de uma operação militar confidencial, os arquivos pertencem ao Exército, não podem ser investigados pelo Estado, a não ser por uma ordem presidencial. Sinceramente, todo presidente sabe que mexer com o poder do Exercíto não é uma boa opção, logo, o segredo será mantido.